VOZES PELO PLANETA!

https://www.youtube.com/watch?v=fwJdsXNix20

 

As primeiras vozes públicas se levantam. Muito pouco ainda.

O que está acontecendo no mundo é seríssimo. Ter na presidência do país ainda mais poderoso do planeta um ser tão desrespeitador das noções mais básicas de fraternidade humana é assustador. Principalmente nesse momento em que parece haver um ensaio para entrar numa III Guerra Mundial. Palmas para Meryl. Que milhares de outras vozes se levantem, Que ouçam o eco de Paulo de Tarso: “Por que, neste mundo, os maus exercem geralmente maior influência sobre os bons? “Pela fraqueza dos bons. Os maus são intrigantes e audaciosos; os bons são tímidos. Estes, quando quiserem, assumirão a predominância.”

Que todo homem de bem que tenha alguma voz, algum sucesso, alguma influência na opinião pública se levante!

PARA 2017

Monica T Maia

 

Para o Natal, as energias do perdão.

De qualquer tipo de perdão, para qualquer tipo de ofensa.

Vamos embrulhar, com fitas muito coloridas, todas as histórias que feriram os nossos corações:

Ou porque eram nossas histórias, ou porque passaram na TV.

Envolvendo-as com lindos papéis, todo o peso ruim se esvairá.

 

Para o Natal, as energias do amor.

De qualquer tipo de amor, para qualquer tipo de pessoa.

Com o coração leve, somos livres para descobrir o que é o Amor realmente.

Para viver, sonhar, imaginar, criar.

Novos amores, novas histórias, novas felicidades.

Para o Ano Novo, as energias do desapego.

De qualquer tipo de coisa, de qualquer tipo de gente.

Vamos limpar, com panos muito luminosos, todas as teias que mumificaram os nossos quereres:

Ou porque queriam ser nossas histórias, ou porque passariam a ser mais nada.

Emergindo-as com sabonete perfumado, tudo, até o diáfano, se dissolverá.

Para 2017, as energias da esperança.

De uma esperança grandiosa, como você nunca sentiu antes.

Mesmo que venha qualquer guerra,

Você a dissolverá no seu lago de vontades poderosas.

Porque você imagina, nesse precioso instante, as energias da paz para o Ano Novo.

De qualquer tipo de paz, para qualquer tipo de crise.

Com o espírito solto,

Somos capazes de descobrir a nós mesmos.

E de voar. Sem medo.

Com toda a gratidão.

Até no mar.

2017_mariana-maia-galindo_monica-t-maiaMariana Maia Galindo

REFUGIADOS: O PIOR DA HUMANIDADE

A ótima jornalista Eliane Oliveira escreveu de Paris esta semana:

A mãe e o pai formam um jovem casal. Estão na rua, preparando-se para dormir com os dois filhos pequenos, sob o rigoroso inverno de Paris. São refugiados e fazem parte de um universo de pessoas que fugiram da morte e, certamente, só conseguiram deixar seus lares para trás porque tinham recursos para isso. Mas agora são nada. Contam com a boa vontade rarefeita dos transeuntes.

Eles estavam a poucos metros de onde eu e Marquinhos estávamos hospedados. Passei por eles anteontem à noite. Voltei e lhes dei dez euros. ‘Merci, merci beaucoup!’, disseram. 

Ontem à noite, a mulher estava sozinha. Os meninos, de cinco e quatro anos, estavam abraçados. Um gesto de carinho entre irmãos. Eu e ela nos entreolhamos. Ela esboçou um sorriso. Aquele dinheiro não iria resolver seu problema, embora fosse muito, ante as parcas moedas que tinham recebido.

Chorei.

Reclamamos tanto de vida e não damos valor ao que realmente importa.”

(https://www.facebook.com/eliane.oliveira.123829/posts/1139147366139575?comment_id=1139459732775005&reply_comment_id=1139486616105650&notif_t=feed_comment_reply&notif_id=1481820497773040)

Migrants walk to transit camp after entering Macedonia

As guerras no Oriente Médio duram a vida toda. Motivos? Ambição desenfreada, corrupção, repressão, crueldade. Somente a guerra na Síria contabiliza 400 mil mortos e o êxodo de mais de 4,5 milhões de pessoas, desde 2011. Mas foi só há pouco mais de um ano, quando as pessoas, desesperadas, inundaram as costas da Europa é que virou notícia no Ocidente.

A “crise dos refugiados” expõe a céu aberto o pior da humanidade.

E quem é refugiado em seu próprio planeta?

Monica T Maia

“VEIAS TOCADAS DO TEMPO” na Amazon

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Meu primeiro romance acabou de ser publicado pela Amazon.

A busca de si mesmo, de grandes amores e de uma Terra sem fronteiras. É uma história que envolve a morte brutal de um filho, um hospital que exalta a vida com conhecimentos milenares e a organização internacional Free Borders derrubando muros entre países. Tira o fôlego, diverte, faz pensar, vai em busca de um futuro que já está acontecendo.

Muita gratidão a quem ler essas palavras e tiver a curiosidade de ler o livro. Será muito bem-vindo! Trocar experiências através das letras é maravilhoso!

Quem gostar e puder divulgar nas redes sociais agradeço ainda mais!

Este é o link para adquirir o livro. Fique à vontade:

https://www.amazon.com.br/dp/B01N68PK7E/ref=sr_1_1?ie=UTF8&qid=1480103101

 

 

AOS MESTRES DO BRASIL

monica-t-maia-professorMonica T Maia, com arte desenvolvida por Léo Brittu.

 

São eles, professores e professoras do Brasil, os mestres do incentivo à imaginação. Tornam-nos cidadãos melhores.

Afinal, como bem disse o grande Einstein, “O conhecimento é limitado, enquanto a imaginação abraça o mundo inteiro, estimulando o progresso, dando à luz a evolução. Ela é, rigorosamente falando, um fator real na pesquisa científica”.

Parabéns a todos os mestres!

NA DIMENSÃO ESTRELADA

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A morte do ator Domingos Montagner é mais uma certeza da nossa impermanência.

De que somos finitos no corpo físico.

De que os prótons, elétrons e nêutrons que nos formam se volatizam em algum momento.

De que a morte é a única certeza que todos nós temos.

Mas as pessoas sempre se chocam.

As pessoas se chocam ainda mais quando a morte atinge alguém jovem.

Ou alguém no ápice do sucesso.

Lembro-me do dia 1º de maio de 1994. Repórter do jornal O Globo, deveria acompanhar naquele domingo um candidato à Presidência numa visita a Campos. Não existiam celulares. Mal cheguei e a TV anunciava: o piloto Ayrton Senna tinha acabado de bater no muro da pista de Imola, na Itália. E o Brasil parou. Consternado. Nós, jornalistas, regressamos às redações. Acho que foi o fechamento de uma edição de jornal mais emocionante que já fiz. Todos derramaram lágrimas, mesmo as mais discretas, internas. Todos, mesmo os jornalistas muito experientes e cansados de guerra.

Sim, ficamos chocados quando a morte pega alguém que deu bom exemplo, que nos proporcionou alegrias.

É como se cada um de nós ficasse menor, mais pobre emocionalmente, como se a energia daquele Ser fosse nossa.

Acredito nisso. Acredito que ficamos chocados e tristes não só porque alguém se foi. Ficamos chocados e tristes porque uma parte de nós fica incompleta.

Sentimo-nos vulneráveis. Sentimo-nos do jeito que realmente somos: seres que chegam e têm alguma data para partir.

Todos temos data para partir.

Os colegas de Domingos Montagner dizem que ele foi um grande cara, humanizado. Ayrton Senna deu exemplo internacional e deixou uma herança inestimável de ajuda aos que têm talento e poucos recursos.

São esses os caras que fazem mais falta. E talvez isso explique um pouco porque retornam mais rapidamente.

Não dá para mensurar a dor das famílias.

Só dá para dizer: eles fizeram diferença.

E, por isso, sentimos muito.

E, por isso, imaginamos que, depois dessas experiências, seus corpos energéticos ficaram muito mais fortes e vivem na dimensão estrelada.

Monica T Maia

DINHEIRO OU AMOR?

Nebulosa Jolie

Faz um tempo, a Rosa Lauren, do CHARME HAUT, fez essa pergunta:

“Na sinceridade , você acha que dinheiro é mais importante que amor?”

E, agora, alguns amigos acharam que deveria publicar minha resposta novamente:

 ‘Não gosto dessa comparação.

Os maiores índices de suicídio do planeta são registrados em países muito bem resolvidos financeiramente.

Mas o que pensa uma mãe que não tem comida para o seu filhinho que berra de fome?

Acho que dinheiro sustenta necessidades básicas no mundo da matéria.

Sustenta também um belo vestido para levantar a auto-estima.

Mas o vestido vai ficar largado, melancólico, num cabine, se em torno dele não se criar o Amor.

Essa é a força mais poderosa do planeta.

O dinheiro deveria servi-lo, como tudo mais.’

 Monica T Maia

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